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	Comentários sobre: Políticos corruptos e desonestos convivendo com empresas e cidadãos virtuosos	</title>
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	<description>A grandeza não está naqueles que recebem honras, mas sim naqueles que as merecem. - Aristóteles</description>
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		Por: Hebert Henrique Faria		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Hebert Henrique Faria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2019 14:29:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Devo reconhecer que muitos dos pensamentos que o professor escreveu me abriram os olhos pois, inevitavelmente, sempre criticamos as pessoas sem que olhemos para o nosso próprio interior. É algo que venho fazendo muito por esses dias. Mas eu devo discordar de que todas as pessoas que sobem ao poder e que podem desfrutar de regalias de fato o farão. Dou de exemplo o Pepe Mujica, presidente do Uruguai, se não me engano, em meados de 2012-2015, que continuou a ser humilde e viver uma vida sem luxos. Ele dirigia um Fusca que acabou se tornando sua marca registrada, doava parte de seu salário e ainda auxiliava a população que necessitava. Sua gestão, no entanto, não foi das melhores, mas não é o caso. Fazendo as pesquisas para compor o trabalho baseado nesse artigo, não pude notar os comentários negativos a respeito dele. Não foram comentários sobre sua gestão, não. Foram constatações absolutamente superficiais a respeito do seu modo de vida, sendo taxado como besta ou idiota por muitos por não usufruir dos luxos que o cargo lhe oferece. É inacreditável.
A crítica parece ser uma válvula de escape ou, melhor dizendo, uma espécie de borrão para os podres internalizados que todos guardam. Está faltando ética e empatia nas pessoas, ou a moral da sociedade está tão corrompida que, às vezes, fazer o que é moralmente ou eticamente certo, é sinônimo de loucura. Embora a ética se mostre, na maior parte das vezes, uma coisa intrínseca, acho necessário ela ser moldada de forma mais cuidadosa, racional, através de muita observação e questionamento, sempre se colocando no lugar dos outros e avaliando se tudo o que pensamos é, de fato, construtivo. As pessoas se deixam levar muito pelas emoções e, por ironia, acabam se esquecendo das emoções alheias. Estão sempre prontas para receberem o mal e se surpreendem quando recebem o contrário. Não é um “costume” simples de se mudar, mas concordo que pequenas atitudes podem se tornar algo grandioso quando várias pessoas se comprometem em fazê-las. O difícil, no entanto, é se autoflagelar com críticas pessoais e construtivas para um eu melhor, pois remodelar-se é desconfortável, mas destruir é simples e prazeroso]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Devo reconhecer que muitos dos pensamentos que o professor escreveu me abriram os olhos pois, inevitavelmente, sempre criticamos as pessoas sem que olhemos para o nosso próprio interior. É algo que venho fazendo muito por esses dias. Mas eu devo discordar de que todas as pessoas que sobem ao poder e que podem desfrutar de regalias de fato o farão. Dou de exemplo o Pepe Mujica, presidente do Uruguai, se não me engano, em meados de 2012-2015, que continuou a ser humilde e viver uma vida sem luxos. Ele dirigia um Fusca que acabou se tornando sua marca registrada, doava parte de seu salário e ainda auxiliava a população que necessitava. Sua gestão, no entanto, não foi das melhores, mas não é o caso. Fazendo as pesquisas para compor o trabalho baseado nesse artigo, não pude notar os comentários negativos a respeito dele. Não foram comentários sobre sua gestão, não. Foram constatações absolutamente superficiais a respeito do seu modo de vida, sendo taxado como besta ou idiota por muitos por não usufruir dos luxos que o cargo lhe oferece. É inacreditável.<br />
A crítica parece ser uma válvula de escape ou, melhor dizendo, uma espécie de borrão para os podres internalizados que todos guardam. Está faltando ética e empatia nas pessoas, ou a moral da sociedade está tão corrompida que, às vezes, fazer o que é moralmente ou eticamente certo, é sinônimo de loucura. Embora a ética se mostre, na maior parte das vezes, uma coisa intrínseca, acho necessário ela ser moldada de forma mais cuidadosa, racional, através de muita observação e questionamento, sempre se colocando no lugar dos outros e avaliando se tudo o que pensamos é, de fato, construtivo. As pessoas se deixam levar muito pelas emoções e, por ironia, acabam se esquecendo das emoções alheias. Estão sempre prontas para receberem o mal e se surpreendem quando recebem o contrário. Não é um “costume” simples de se mudar, mas concordo que pequenas atitudes podem se tornar algo grandioso quando várias pessoas se comprometem em fazê-las. O difícil, no entanto, é se autoflagelar com críticas pessoais e construtivas para um eu melhor, pois remodelar-se é desconfortável, mas destruir é simples e prazeroso</p>
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